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Felipe Hort quer fazer “mandato eficiente” e critica falta de análise em votos importantes na Câmara de Brusque

O vereador Felipe Hort (Novo) é uma das cinco caras novas da Câmara de Brusque. O parlamentar é do bairro Santa Luzia, mas também possui raízes no Dom Joaquim. Felipe é advogado e possui mais de dez anos de atuação no direito.

O interesse de Felipe por política começou quando os clientes o procuravam no escritório de advocacia com demandas que não eram jurídicas, mas, sim, políticas. Ele, então, ajudou a formar uma associação de moradores do bairro.

Engajado na política, Felipe Hort se filiou ao partido Novo. A decisão de concorrer a vereador nas eleições de 2024 foi tomada após um evento em Curitiba. Na ocasião, ele participou de uma mentoria com o ex-deputado federal e ex-procurador Deltan Dallagnol (Novo), conhecido por atuar na operação Lava Jato.

Em sua primeira participação em disputas eleitorais, Felipe foi eleito vereador com 1.149 votos, o nono mais votado entre os parlamentares eleitos ao Legislativo brusquense. Felipe divide a bancada do partido Novo com Rick Zanata.

Atuação em três frentes

A intenção de Felipe Hort é atuar em três áreas como vereador: educação, desenvolvimento dos bairros e mandato técnico. O parlamentar é defensor do 14º salário da educação por mérito e pretende incentivar a organização de associações de moradores para que as demandas dos bairros possam chegar ao Legislativo e Executivo.

“O vereador tem a missão de ouvir as demandas da comunidade e isso será importante para mim, mas não posso atuar em todas áreas. O bom é que temos um parlamento com vários perfis de vereadores”.

Felipe considera que os vereadores não realizam votos fundamentados. Para ele, vários projetos de lei são aprovados sem a devida discussão. Outro objetivo do advogado como vereador é fazer com que as discussões de projetos complexos ocorram de forma técnica.

Governo ou oposição

O partido Novo não apoiou André Vechi (PL) ao cargo de prefeito. Felipe planeja exercer uma postura independente no Legislativo e minimiza os termos “base” e “oposição”. Entretanto, ele reconhece que a tendência é votar majoritariamente de forma favorável aos projetos da prefeitura.

“Seremos oposição em determinados projetos: aumento de impostos, aumento da máquina pública e excesso de burocracia que vai atrapalhar a vida do empreendedor. Em geral, acreditamos que vamos votar com o governo, com a base, em mais de 80% dos projetos”.


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